top of page

Nossos textos


A escrita poética como convocação à desistência
Pensar a poesia com a psicanálise — ao menos como me arrisquei a fazê-lo — não visa, de modo algum, aprisioná-la em uma grade explicativa e redutora. Trata-se, antes, de tecer apostas, abrir questões e aproximar-se dessas zonas para além do sentido. Territórios que me magnetizam precisamente porque se esquivam, ali onde o indizível traça suas tramas de paixão. A escrita poética convoca a um descentramento: privada de respostas claras e satisfatórias, o pensamento convenciona

Amanda
há 14 horas5 min de leitura


A pesada leveza da mulher
A suavidade delicada de um corpo deitado, após livre mergulho no lago. Braços estendidos, olhos fechados, o conforto da grama. O cheiro...

Amanda
16 de set. de 20252 min de leitura


Surrealismo e Psicanálise: um tempo derretido
A proximidade entre o surrealismo e a psicanálise não é um segredo e se manifestou tanto nas artes visuais, com pintores como Magritte e Dalí, quanto em encontros entre personagens históricos como Breton e Freud, Dalí e Lacan. Embora Freud não tenha se interessado pelo surrealismo, o contrário não é verdadeiro: as elaborações freudianas

Amanda, Gabriela e Marie
26 de ago. de 20253 min de leitura


Van Gogh: da falta à criação
Azul profundo para o céu, amarelo incandescente para a terra – o descanso agora pulsa, a serenidade arde. A cena repousa, mas vibra. O tempo se suspende, mas pulsa. Nos tons ardentes de azul e amarelo, a falta se transforma em criação. E o traço, que tenta repetir, abre passagem ao que escapa do artista: presença criativa e criadora em sua obra.

Amanda
22 de ago. de 20252 min de leitura
bottom of page
